Posted by : Unknown quarta-feira, 3 de junho de 2015

Recentemente a Google divulgou uma nova plataforma e parceria com a GoPro para disponibilizar ferramentas aos usuários que desejam criar conteúdo de realidade virtual emvídeos de 360 graus. Essa nova tecnologia, que também é explorada por empresas como a Oculus, nos leva a imaginar diversas aplicações para a VR, inclusive a pornografia, um nicho que já tem muitos adeptos. Acontece que essa aplicação já é algo bem real. Entre algumas iniciativas direcionadas à industria do sexo, uma empresa chamada Lovense está trazendo aplicações 3D e "brinquedos" para o público adulto.

Hoje, os early adopters da VR, que já tem seus dispositivos e anseiam pela simulação sexual nos óculos 3D, poderão se livrar de aparatos que exigem um certo trabalho de preparação com cabos, fones de ouvidos e outros apetrechos - e principalmente o uso das mãos durante o entretenimento - graças a uma nova parceria envolvendo duas empresas: As fabricantesLovense, que produz aparelhos sexuais eletrônicos capazes ser controlados por computadores, os chamados cyberdildonics, e a VirtualRealPorn, de nome auto-explicativo. Ambas anunciaram, em meados de maio, que trabalharão juntas para integrar seus produtos.
A proposta é unir os "brinquedos" sexuais da Lovense com a realidade virtual da sua nova parceira. O diferencial dessa categoria em relação às empresas que tem desenvolvido aplicações para o Oculus Rift, por exemplo, é que o VirtualRealPorn não trará modelos em CGI para interagir com os usuários, mas sim atores pornô de verdade, em carne, osso - transformados em pixels.

A ideia básica é fazer com que o cérebro seja enganado para pensar que a experiência é real


O sistema é compatível com o Oculus Rift, Cardboard e o Samsung Gear VR, mas as empresas disponibilizarão também aplicativo próprio para Android e iOS nos próximos meses. Os acessórios da Lovense, Max e Nora, já podem ser adquiridos por qualquer um pelo preço de U$ 199 (cerca de 625 reais, em conversão direta). A Lovense já está preparando novos dispositivos, mas nenhum deles ainda tem uma prévia disponível.
A declaração acima de Eddy Olivares, diretor de marketing da Lovense, sugere que a experiência com o novo produto vai além de uma simples visualização de imagens em 3D. Isso faz todo o sentido, uma vez que sua companhia cria dispositivos sexuais capazes de interagir sincronizados entre dois usuários, mesmo separados por continentes.
A aplicação é de certa forma simples. Os aparelhos da Lovense, que são disponibilizados tanto na versão masculina (Max) quanto feminina (Nora), são pareados via Bluetooth com o dispositivo de realidade virtual para reagir com respostas táteis aos estímulos sugeridos pelo vídeo. Ao colocar o óculos 3D, um filme estereoscópico pornô em primeira pessoa, em 180 graus, se passa diante dos olhos. Assim, as ações dos atores e atrizes são sincronizadas com os dispositivos que estimularão sexualmente os usuários.

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